﻿<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><!--A H C I E T--><rss version="2.0"><channel><title>AHCIET: Noticias: Tecnología</title><link>http://www.ahciet.net/actualidad/noticias/noticias.aspx?idc=10025</link><description>Noticias de tecnología AHCIET</description><language>es-ES</language><item><link>http://www.ahciet.net/actualidad/noticias/noticia.aspx?idnotic=22463</link><title>Cobertura e tráfego de dados crescem mais em São Paulo</title><pubDate>03/07/2009 12:54:03</pubDate><description>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;P&gt;O Estado de São Paulo vive um forte crescimento no uso de internet banda larga. Nos últimos cinco anos, o tráfego cresceu mais de cinquenta vezes e a disseminação do uso de internet rápida no estado é, hoje duas vezes superior à média nacional. Além disso, os hábitos de uso da tecnologia vêm mudando sensivelmente. Crescem as aplicações intensivas em áudio e vídeo e as trocas de arquivo, que exigem maior velocidade e capacidade de processamento. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;“Os novos usuários da internet têm sede por aumento de velocidade na rede”, afirmou Roberto Pinto Martins, secretário nacional de Telecomunicações e membro do Conselho Consultivo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). “As operadoras devem estar preparadas para dar uma resposta a esse novo desafio”, afirma Martins.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Para atender à demanda, a Telefônica investe em diversas ações com o objetivo de ampliar a qualidade deste tipo de serviço. A operadora foi a primeira a oferecer, no início de 2008, a conexão à internet via fibra óptica para clientes residenciais. Atualmente, 26 bairros de São Paulo e cinco cidades da Grande São Paulo podem ser atendidos por essa rede, que oferece velocidades de até 30 Mb.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Até o fim do ano, a Telefônica ampliará sua área de cobertura de 397 para 591 municípios, com previsão de atingir uma planta de 2,7 milhões de clientes.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;(Fuente: Telefónica, Brasil, &lt;A href="http://www.telefonica.com.br"&gt;www.telefonica.com.br&lt;/A&gt;, 03/07/09)&lt;/P&gt;</description></item><item><link>http://www.ahciet.net/actualidad/noticias/noticia.aspx?idnotic=22462</link><title>Telefônica inicia plano de ação para melhorias em sua rede</title><pubDate>03/07/2009 12:50:11</pubDate><description>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;P&gt;O presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, esteve reunido na manhã da última sexta-feira (26) com o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações, embaixador Ronaldo Mota Sardenberg, para apresentar o plano de ações da operadora e garantir a retomada das vendas do serviço de internet banda larga. A empresa antecipou a entrega do plano em 25 dias. “Já estávamos trabalhando nos pontos críticos detectados na rede de dados. Apresentamos um plano sólido e consistente e gostaríamos de ter a liberação da Anatel para retomar a venda do Speedy”, afirmou Valente.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Ainda não há uma posição da Anatel sobre a retomada da comercialização do serviço de acesso à internet rápida da Telefônica, que teve a venda suspensa por meio de uma medida cautelar desde terça-feira (23). “Agora vamos analisar a proposta apresentada à Agência e tomar uma decisão”, comentou o superintendente de serviços privados da Anatel, Jarbas José Valente.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Independente do posicionamento do órgão regulador, a Telefônica dará início imediato ao plano de ação. O documento prevê a implantação de melhorias na rede em três etapas, que devem levar, no total, até 180 dias para serem implantadas.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Na primeira etapa, que será concluída em até 30 dias, será feita a ampliação da central de DNS. Na segunda, com duração prevista de até 90 dias, serão feitas melhorias na rede de IP e nos procedimentos de intervenções na rede. Na terceira e última fase, que deve ser concluída em até 180 dias, serão realizadas ampliações nas saídas internacionais da rede de dados. “Com a execução dessas três etapas, a Telefônica oferecerá aos seus clientes uma das redes mais seguras e confiáveis da América Latina”, garantiu o presidente da companhia.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;(Fuente: Telefónica, Brasil, &lt;A href="http://www.telefonica.com.br"&gt;www.telefonica.com.br&lt;/A&gt;, 03/07/09)&lt;/P&gt;</description></item><item><link>http://www.ahciet.net/actualidad/noticias/noticia.aspx?idnotic=22461</link><title>Telefônica implantará melhorias na rede de dados em três fases</title><pubDate>03/07/2009 12:47:18</pubDate><description>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;P&gt;O plano de ação apresentado pela Telefônica para aprimorar o serviço de internet banda larga Speedy prevê a implantação de ações em três etapas, a serem cumpridas em até 30, 90 e 180 dias.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;"Além de colocar em funcionamento nossos equipamentos, estamos revendo todas as metodologias de intervenção na rede", informou o presidente do Grupo Telefônica, Antonio Carlos Valente, ao apresentar o plano de ação ao órgão regulador, no último dia 26 de junho, em Brasília.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Na primeira fase do plano, está previsto o aumento da capacidade das redes de transmissão de dados e de segurança. Segundo Valente, as medidas previstas neste momento serão suficientes para que a rede acompanhe o crescimento do tráfego de dados, que é de mais de 100% ao ano. Ele explicou que a empresa já estava se preparando para essas melhorias e os equipamentos necessários para implantar a primeira fase já haviam sido comprados.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;“A conclusão dessa primeira etapa ampliará a confiabilidade da rede de banda larga, pois será feita uma readequação de sua capacidade, com medidas que facilitarão o escoamento do tráfego de informações”, afirmou o presidente do Grupo Telefônica.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Nas duas fases seguintes estão incluídas medidas para modernizar ainda mais o sistema e prepará-lo para o aumento futuro da demanda. A segunda etapa será colocada em prática em até 90 dias e deve dobrar a capacidade da rede com a aquisição de equipamentos importados.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;A terceira e última etapa, prevista para estar concluída em até 180 dias, aumentará em até quatro vezes a capacidade dos servidores DNS. "Essa fase vai fazer da rede da Telefônica a rede mais robusta e segura da América Latina", destacou Valente.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;(Fuente: Telefónica, Brasil, &lt;A href="http://www.telefonica.com.br"&gt;www.telefonica.com.br&lt;/A&gt;, 03/07/09)&lt;/P&gt;</description></item><item><link>http://www.ahciet.net/actualidad/noticias/noticia.aspx?idnotic=22458</link><title>MC libera código-fonte do sistema operacional dos telecentros</title><pubDate>03/07/2009 12:26:23</pubDate><description>&lt;b&gt;Sistema também será usado nos equipamentos de 15 mil novos telecentros que o ministério vai licitar &lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;P&gt;Brasília – O código-fonte do sistema operacional desenvolvido em plataforma Linux para ser utilizado nos telecentros comunitários já está disponível na página do Ministério das Comunicações, na internet. Agora esta ferramenta passa a ser de domínio público e qualquer pessoa pode utilizá-la para desenvolver outros sistemas livres.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;“É mais um sistema operacional desenvolvido em plataforma livre que contribui para a universalização da política pública de inclusão digital do Governo Federal”, explicou Carlos Paiva, coordenador-geral de projetos especiais do ministério. Para acessar o código-fonte, clique no link (&lt;A href="http://www.mc.gov.br/inclusao-digital/telecentros/solucao-integrada-edital-25-2007-codigos-fonte"&gt;http://www.mc.gov.br/inclusao-digital/telecentros/solucao-integrada-edital-25-2007-codigos-fonte&lt;/A&gt;).&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Além de atender a uma exigência do edital nº 025/2007 que licitou equipamentos de informática, audiovisuais e mobiliários para a montagem de 6,2 mil telecentros públicos em todo o país, a liberação do código-fonte servirá para que os interessados no novo pregão, já em andamento no Ministério das Comunicações para adquirir mais 15 mil kits, possam testar o sistema operacional em suas máquinas.&amp;nbsp; De acordo com o coordenador do programa, Carlos Paiva, os equipamentos de informática dos novos telecentros também deverão utilizar o sistema operacional dos telecentros atuais.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Durante a audiência pública que discutiu os termos do edital da nova licitação, em 23 de junho, a coordenação do programa distribuiu DVDs com cópias do sistema operacional, para que possa ser testado por cada interessado no pregão. “Como o sistema operacional já foi adquirido no pregão anterior, em tese, a utilização do mesmo sistema nas máquinas do próximo pregão pode reduzir os custos da expansão do programa”, explica Carlos Paiva.- Zélia Ferreira/ASCOM-MC&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;(Fuente: Ministério das Comunicações, Brasil, &lt;A href="http://www.mc.gov.br"&gt;www.mc.gov.br&lt;/A&gt;, 03/07/09)&lt;/P&gt;</description></item><item><link>http://www.ahciet.net/actualidad/noticias/noticia.aspx?idnotic=22456</link><title>Telecom junto a comunidades organizadas crearán Fábrica Socialista de tarjetas telefónicas</title><pubDate>03/07/2009 12:07:45</pubDate><description>&lt;b&gt;Esta fábrica promoverá la integración entre las comunidades, la empresa privada y el sector público&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;P&gt;(02/07/2009) Con la finalidad de impulsar la producción nacional y fomentar la soberanía tecnológica, el Ministerio del Poder Popular para Ciencia, Tecnología e Industrias Intermedias (Mppctii) creará una empresa socialista para la fabricación de tarjetas telefónicas prepagadas, con participación de las instituciones del Estado, comunidades organizadas y empresas del sector privado. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Humberto Rojas, líder del proyecto por parte de Telecom Venezuela, señaló que con la sinergia de empresas privadas como Graphoforma, y la estatal en telefonía celular Movilnet junto con Telecom Venezuela, están apalancando esta iniciativa del Gobierno Nacional. “Contamos con la colaboración de empresas privadas que nos están asesorando actualmente en cuanto a la maquinaria, el personal y el adiestramiento; empresas del sector público, como Movilnet, encargada de la construcción de la infraestructura y, Telecom Venezuela responsable de la procura de equipos y mobiliarios. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Actualmente, Telecom Venezuela se encuentra en conversaciones con la Gobernación del estado Carabobo, propietaria del terreno en donde se pretende construir la nueva empresa. “Una vez sea otorgado el permiso por parte de la Gobernación, nosotros en conjunto con Movilnet y la comunidad, comenzaremos a ejecutar el proyecto”, afirmó Rojas. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Recalcó la importancia de la participación de la comunidad en estos proyectos, como es el caso de la comunidad de Canoabo. “La comunidad cumple un papel fundamental, debido a que son los protagonistas del proyecto. Con está fábrica se promoverá la integración entre las comunidades, la empresa privada y el sector público Telecom Venezuela es crear empresas, con la finalidad de que éstas sean administradas por las comunidades en donde se encuentran”. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Esta fábrica promoverá la integración entre las comunidades, la empresa privada y el sector público, generando un crecimiento horizontal de la economía alrededor de la empresa; así como también permitirá el ingreso al mercado de la fabricación nacional de tarjetas prepagadas, mediante una empresa socialista y rentable, con la producción de 48 millones de tarjetas anuales. - Prensa Telecom/Prensa Mppctii &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;(Fuente: Mppctii, Venezuela, &lt;A href="http://www.mct.gob.ve"&gt;www.mct.gob.ve&lt;/A&gt;, 03/07/09)&lt;/P&gt;</description></item><item><link>http://www.ahciet.net/actualidad/noticias/noticia.aspx?idnotic=22450</link><title>Según un nuevo informe del Grupo del Banco Mundial, el acceso a servicios de Internet de alta velocidad es fundamental para el crecimiento y la creación de empleo en los países en desarrollo</title><pubDate>02/07/2009 14:27:11</pubDate><description>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;P&gt;Ciudad de Washington, 30 de junio de 2009. Un nuevo informe del Grupo del Banco Mundial revela que el acceso a servicios de Internet y telefonía móvil asequibles y de alta calidad contribuye al desarrollo en todos los niveles de la economía y la sociedad.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;En el informe, titulado Information and Communications for Development 2009: Extending Reach and Increasing Impact (Información y comunicaciones para el desarrollo, 2009: Extender el alcance y ampliar los efectos), se analizan en detalle los efectos de la tecnología de la información y las comunicaciones (TIC) en el crecimiento económico de los países en desarrollo. El documento revela que un aumento de 10 puntos porcentuales en las conexiones a Internet de alta velocidad se corresponde con un aumento de 1,3 puntos porcentuales del crecimiento económico. Asimismo, se señala que la telefonía móvil es la manera más eficaz de llegar a cientos de millones de personas que viven en zonas alejadas y rurales del mundo y brindarles servicios públicos y privados.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;“En los países en desarrollo, el número de usuarios de Internet se multiplicó por 10 entre 2000 y 2007, y hoy existen más de 4.000 millones de usuarios de telefonía móvil”, afirma Mohsen Khalil, director del Departamento de Tecnologías Mundiales de Información y Comunicaciones del Grupo del Banco Mundial. “Estas tecnologías ofrecen grandes oportunidades. Los gobiernos pueden colaborar con el sector privado para acelerar el establecimiento de redes de conexión de banda ancha y extender el servicio a los consumidores de bajos ingresos”.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;La conexión de banda ancha es asimismo fundamental para el sector de los servicios de tecnología de la información (TI), que crea empleo para los jóvenes, aumenta la productividad y las exportaciones, y promueve la inclusión social. Los países en desarrollo no deberían dejar pasar esta oportunidad, en gran parte desaprovechada, ya que actualmente se explota menos del 15% del mercado mundial potencial para el sector de los servicios de TI. En 2007, este mercado representaba alrededor de US$500.000 millones. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;“Los gobiernos deberían fomentar activamente el desarrollo del sector de los servicios de tecnología de la información a nivel local mediante políticas e incentivos dirigidos a empresarios y el sector privado, e inversiones en capacitación e infraestructura”, sostiene Christine Zhen-Wei Qiang, economista del Banco Mundial y autora del informe. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;El informe también contiene nuevos datos empíricos de Brasil, Ghana, India y otros países que demuestran que los gobiernos modernos que se sirven de la TIC pueden mejorar su eficiencia, transparencia y capacidad de respuesta. Según una encuesta en la que participaron más de 30 países, el gobierno electrónico requiere cambios de organización y de conductas impulsados por un compromiso político de alto nivel y una coordinación eficaz. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;“El acceso a la conexión de banda ancha completa la base de información en la que se apoyan las economías modernas y debería constituir una prioridad en los planes nacionales de desarrollo”, declara Katherine Sierra, vicepresidenta de la Red de Desarrollo Sostenible del Banco Mundial. “Los gobiernos pueden jugar un papel decisivo en la ampliación del acceso a la conexión de banda ancha mediante políticas e incentivos que alienten la competencia y la inversión privada”.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;El informe se basa en la experiencia del Banco en el sector, donde su participación ha sido importante. El Grupo del Banco es el mayor donante internacional en el campo de la TIC para el desarrollo y respalda proyectos que contienen actividades de TIC en más de 100 países, con una cartera equivalente a más de US$3.000 millones.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Acerca del Grupo del Banco Mundial&lt;/STRONG&gt; &lt;BR&gt;El Grupo del Banco Mundial es una de las principales fuentes internacionales de financiamiento y conocimientos para los países en desarrollo. Está compuesto de cinco instituciones estrechamente vinculadas: El Banco Internacional de Reconstrucción y Fomento (BIRF) y la Asociación Internacional de Fomento (AIF), que constituyen el Banco Mundial; la Corporación Financiera Internacional (IFC); el Organismo Multilateral de Garantía de Inversiones (MIGA), y el Centro Internacional de Arreglo de Diferencias Relativas a Inversiones (CIADI). Cada institución juega un papel único en la misión de reducir la pobreza y mejorar las condiciones de vida de los habitantes del mundo en desarrollo. Para obtener más información, visite &lt;A href="http://www.worldbank.org"&gt;www.worldbank.org&lt;/A&gt;, &lt;A href="http://www.miga.org"&gt;www.miga.org&lt;/A&gt; y &lt;A href="http://www.ifc.org"&gt;www.ifc.org&lt;/A&gt;.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Acerca de la publicación Information and Communications for Development&lt;BR&gt;&lt;/STRONG&gt;Information and Communications for Development (IC4D) es una publicación periódica del Grupo del Banco Mundial sobre el papel fundamental de la tecnología de la información y las comunicaciones en el desarrollo económico. Contiene cuadros sinópticos con los últimos datos disponibles sobre el desempeño del sector de la TIC de 150 economías. En la edición de 2009 se presentan indicadores de desempeño en materia de acceso, asequibilidad y aplicación de la TIC en el gobierno y el sector empresarial. Para obtener más información, visite &lt;A href="http://www.worldbank.org/ic4d"&gt;www.worldbank.org/ic4d&lt;/A&gt;.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;(Fuente: Banco Mundial, &lt;A href="http://www.worldbank.org"&gt;www.worldbank.org&lt;/A&gt;, 02/07/09)&lt;/P&gt;</description></item><item><link>http://www.ahciet.net/actualidad/noticias/noticia.aspx?idnotic=22449</link><title>Según CEPAL: La región debe fortalecer sus capacidades de innovación</title><pubDate>02/07/2009 14:18:59</pubDate><description>&lt;b&gt;La Secretaria Ejecutiva de la Comisión, Alicia Bárcena, participó en un seminario en Brasil, preparatorio de la XIX Cumbre Iberoamericana de Jefes de Estado.&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;P&gt;(30 de junio, 2009) América Latina y el Caribe deben fortalecer sus políticas de innovación para posicionarse ante la aceleración tecnológica y el avance del desarrollo sostenible, que vendrán una vez finalizada la crisis económica.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Así lo afirmó la Secretaria Ejecutiva de la CEPAL, Alicia Bárcena, quien precisó que pese a la modernización tecnológica, la región ha mantenido prácticamente inalterado el gasto en I+D (investigación y desarrollo) en la última década.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Bárcena participó en el seminario "Políticas públicas para incentivar la innovación en el sector privado: una agenda prioritaria", realizado en Río de Janeiro, Brasil, en el marco de las reuniones preparatorias de la XIX Cumbre Iberoamericana de Jefes de Estado y de Gobierno, que se efectuará a fines de año en Portugal.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;En el encuentro participaron, Enrique Iglesias, titular de la Secretaría General Iberoamericana (SEGIB), ministros de Desarrollo, Industria y Comercio y de Ciencia y Tecnología, representantes de gobierno, empresarios y expertos en desarrollo tecnológico.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Bárcena destacó que salvo Brasil, que incrementó su gasto en I+D desde un 0.5 % del PIB a mediados de los 90 a más de 1% en 2006, los países de la región mantienen estables sus cifras: desde 0,05% (en los casos de Guatemala y Honduras, por ejemplo) a 0,6% del PIB (Argentina).&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Aseveró que en los países desarrollados más de 2/3 del gasto en I+D lo realiza el sector privado, mientras que en América Latina los empresarios responden por menos de 1/3 del mismo.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;La Secretaria Ejecutiva de la CEPAL reconoció el esfuerzo desplegado para elevar el acceso a las TIC. La telefonía móvil alcanza al 70% de la población, aunque la brecha digital persiste en las tecnologías más avanzadas, como Internet de banda ancha, cuya tasa de penetración en la región es de 4% de la población versus 23% en los países de Europa.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Según ella, la biotecnología y la nanotecnología dominarán el escenario postcrisis alterando los procesos productivos para transitar hacia un mayor sostenibilidad ambiental. Postuló que, ante el retraso de la región en estas tecnologías, se necesitan políticas públicas que aceleren su generación, adaptación y difusión.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Bárcena afirmó que la CEPAL participa en varios proyectos y actividades de cooperación que buscan fortalecer las capacidades de innovación en la región. Entre ellos destacó el Plan de Acción Regional para la Sociedad de la Información, eLAC2010, que representa el principal esfuerzo de políticas de TIC acordado por los gobiernos para facilitar la adopción de tecnologías. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;También está en marcha un acuerdo de cooperación con Ministerios de Ciencia y Tecnología, agencias y consejos nacionales de innovación para coordinar esfuerzos y el intercambio de experiencias. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;(Fuente: Cepal, &lt;A href="http://www.cepal.org"&gt;www.cepal.org&lt;/A&gt;, 02/07/09)&lt;/P&gt;</description></item><item><link>http://www.ahciet.net/actualidad/noticias/noticia.aspx?idnotic=22424</link><title>Más de 33.000 pymes han creado su página web corporativa a través del programa NEW</title><pubDate>26/06/2009 15:10:25</pubDate><description>&lt;b&gt;- En el programa NEW se han superado en más de 9.000 páginas web las 24.000 que se crearon en la pasada edición&lt;BR&gt;- La Secretaría de Estado de Telecomunicaciones y para la Sociedad de la Información ha desarrollado, a través de la entidad red.es, este programa de promoción de servicios de Internet que se enmarca en el Plan Avanza2&lt;BR&gt;-Más de 3.400 empresarios han participado desde el pasado mes de octubre en los talleres gratuitos del programa NEW -Ninguna Empresa sin Web, donde han aprendido las claves para crear su página corporativa en la red&lt;BR&gt;Los empresarios que lo deseen pueden contratar hasta el 30 de junio el alojamiento de su web desde 60 euros anuales en &lt;A href="http://www.programa-new.es"&gt;www.programa-new.es&lt;/A&gt; o en el 900 22 33 22&lt;/b&gt;&lt;br&gt;MADRID, 25.06.09.- Un total de 33.850 pymes y autónomos de toda España han creado sus páginas corporativas a través del programa NEW –Ninguna Empresas sin Web- desde el pasado mes de octubre. Este dato, que supera en más de 9.000 webs las 24.000 creadas en la pasada edición, confirma el éxito de este proyecto y muestra el interés que otorgan los empresarios a disponer de presencia en Internet.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Con este proyecto, los empresarios pueden crear y contratar el alojamiento en la red de su página web desde 60 euros anuales, una oferta que incluye además un bono de publicidad online. En &lt;A href="http://www.programa-new.es"&gt;www.programa-new.es&lt;/A&gt; y en el teléfono 900 22 33 22, las personas que lo deseen aún pueden adquirir hasta el 30 de junio este paquete de servicios en la red y otros como la tienda en la red y un servicio de asesoría en el posicionamiento de la página web.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;El programa NEW está desarrollado por la Secretaría de Estado de Telecomunicaciones y para la Sociedad de la Información a través de la entidad pública empresarial red.es. Esta iniciativa se enmarca en el Plan Avanza2 y cuenta con la colaboración de los gobiernos autonómicos. El objetivo de este proyecto es promover el uso de servicios en Internet para incrementar la rentabilidad y potenciar la competitividad de las empresas.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Más de 3.400 empresarios en los talleres NEW&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Este proyecto se complementó con la celebración de talleres presenciales gratuitos de formación tecnológica, en los que se mostraron las claves para aprender a diseñar una web corporativa de forma sencilla y sin necesidad de tener conocimientos avanzados de informática. Desde octubre, un total de 3.413 empresarios de toda España participaron en estas sesiones.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;En los talleres NEW se facilitó también a los asistentes información sobre la adquisición de servicios de Internet con el objetivo de optimizar su gestión diaria, aumentar su número de clientes y maximizar su rentabilidad.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Este programa se integra en la línea de capacitación TIC a pymes a través del programa marco Empresas en Red. Cuentan con la colaboración de 20 empresas nacionales y locales líderes en el sector de la tecnología de la información que ofrecen precios especiales de sus servicios en Internet para este plan.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Sobre el Plan Avanza2&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;El Plan Avanza2 (2009-2012) se incluye dentro de las medidas del Plan E, &lt;A href="http://www.plane.gob.es"&gt;www.plane.gob.es&lt;/A&gt;, en el que se recogen las acciones adoptadas por parte del gobierno para sostener la actividad económica y sentar las bases de un crecimiento sostenible en el futuro.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;A través del Plan Avanza2, se pretende conseguir la adecuada utilización de las TIC para contribuir al éxito de un modelo de crecimiento económico basado en el incremento de la competitividad y la productividad, la promoción de la igualdad social y regional y la mejora del bienestar y la calidad de vida de los ciudadanos.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Sobre red.es&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Red.es es la entidad pública empresarial dependiente de la Secretaría de Estado de Telecomunicaciones y para la Sociedad de la Información del Ministerio de Industria, Turismo y Comercio (MITyC), encargada de ejecutar determinados proyectos para el impulso de la Sociedad de la Información interactuando con Comunidades Autónomas, Diputaciones, Entidades Locales y el sector privado en materia de Tecnologías de la Información y la Comunicación (TIC).&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;(Fuente: &lt;A href="http://www.red.es"&gt;www.red.es&lt;/A&gt;, 26/06/09)&lt;/P&gt;</description></item><item><link>http://www.ahciet.net/actualidad/noticias/noticia.aspx?idnotic=22420</link><title>CDMA subscriber base closes in on half a billion</title><pubDate>26/06/2009 12:42:18</pubDate><description>&lt;b&gt;Affordable EV-DO mobile broadband finds new market opportunities in areas with low&amp;nbsp; Internet penetration&lt;/b&gt;&lt;br&gt;COSTA MESA, CA — June 23, 2009 — The CDMA Development Group (CDG) today announced that high-growth markets such as Africa, China and India are raising the number of CDMA subscribers worldwide closer to half a billion. At the end of the first quarter of 2009, there were 480 million subscribers to the CDMA family of technologies worldwide, including 472 million 3G CDMA2000® and 120 million EV-DO broadband users. During the quarter, China Telecom began offering EV-DO Revision A (Rev. A) services while expanding its CDMA2000 network in China, resulting in the addition of almost 5 million new customers. India continued its strong growth as the second-largest CDMA market, with operators in the country adding over 9 million new customers during the same period. CDMA2000 continues to thrive in Africa, with nearly 50 CDMA2000 operators adding 3.5 million new users during the quarter. The growth from these emerging markets supplemented steady gains in North America, which in the same period, added 5.8 million subscribers.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;“CDMA2000 is seeing rapid growth in those markets that have embraced 3G mobile broadband, as the migration to 3G CDMA accelerates worldwide,” said Perry LaForge, executive director of the CDG. “Markets such as China and India are creating economies of scale that will further reduce handset prices, increase wireless penetration and contribute to bringing new 3G-enabled devices to market, such as netbooks and smartbooks.” &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;CDMA2000 1xEVDO&lt;BR&gt;&lt;/STRONG&gt;CDMA2000 broadband service providers worldwide added over 23.5 million EV-DO users from March 2008 to March 2009, representing a 24 percent increase. CDMA2000 1xEV-DO is a leading mobile broadband technology worldwide, with 134 operators in 63 countries offering always-on CDMA2000 broadband data services to 120 million users. 62 of these operators have deployed CDMA2000 1xEV-DO Rev. A networks to offer advanced mobile broadband services, and another 37 operators are in the process of deploying Rev. A. Europe, the Middle East and Africa saw a notable increase of 4.5 million EV-DO subscribers over the past year, growing from 1.6 million to 6.1 million total subscribers, representing an annual growth rate of 277 percent. The rapid uptake of EV-DO broadband services in Africa, rising from under 200,000 EV-DO users a year ago to 3.5 million current subscribers, highlights the pent-up demand for broadband wireless access.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Operators in the Americas and Asia also continued impressive gains with EV-DO, driven by a wider availability of mobile broadband-enabled devices and the increased usage of smartphones and feature phones. North American (U.S. and Canada) operators added 16 million new EV-DO subscribers over the past year at a 31 percent growth rate, while Latin America and Caribbean users increased by 41 percent to surpass 6 million and subscribers in Asia Pacific approached 40 million.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;CDMA2000&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;Overall, 17 million new CDMA2000 subscribers were added during the first quarter of 2009, contributing to the 38 million new users added between March 2008 and March 2009. Europe, Africa and the Middle East continue to be the most rapidly-growing regions for CDMA2000, adding 16 million CDMA2000 subscribers in the past year representing a 96 percent growth rate. In the first quarter alone, operators in the region added more than 4.6 million customers and Africa, the fastest growing market, now comprises 5 percent of the global CDMA2000 market share. This is a strong testimonial to CDMA2000’s ability to excel in emerging markets underserved by wireline telephony and broadband data services.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;At quarter’s end, Asia Pacific accounted for 52 percent of the global CDMA market, adding 13 million new CDMA2000 subscribers during the period. China Telecom ended the quarter with 33 million CDMA customers and has stated its goal to add 35 million CDMA2000 customers in 2009, supported by strong marketing efforts and a wide selection of handsets and devices for both CDMA2000 1X and 1xEV-DO services. North America saw an addition of 16 million new CDMA2000 users over the year to reach 154 million subscribers. CDMA accounts for more than 52 percent of the U.S. wireless market and India expects to double its CDMA2000 subscriber base within the next two years. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;About CDMA2000&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;CDMA2000 is a widely deployed 3G technology, with 280 operators in 102 countries and territories serving 472 million subscribers. Counting 2G cdmaOne™ subscribers, there are over 480 million CDMA users worldwide. CDMA2000 1xEV-DO is a widely-deployed 3G CDMA (IMT-2000) solution offering mobile broadband to 120 million people across a wide range of devices. CDMA2000 has been chosen by operators in both developed and emerging markets, and is deployable in the 450, 700, 800, 1700, 1900, AWS and 2100 MHz bands. More than 2,110 CDMA2000 devices from over 115 suppliers have been introduced to the market, including more than 528 Rel. 0 and 118 Rev. A devices on 106 CDMA2000 1xEV-DO Rel. 0 and 62 Rev. A systems. More information on CDMA2000 is available on the CDG Web site at &lt;A href="http://www.cdg.org"&gt;www.cdg.org&lt;/A&gt;.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;About CDG&lt;BR&gt;&lt;/STRONG&gt;The CDMA Development Group is a trade association formed to foster the worldwide development, implementation and use of CDMA2000 technologies. The more than 140 member companies of the CDG include many of the world’s largest wireless carriers and equipment manufacturers. The primary activities of the CDG include development of CDMA2000 features and services, public relations, education and seminars, regulatory affairs and international support. Currently, there are more than 500 individuals working within various CDG subcommittees on CDMA2000-related matters. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;(Fuente: CDMA Development Group, &lt;A href="http://www.cdg.org"&gt;www.cdg.org&lt;/A&gt;, 26/06/09)&lt;/P&gt;</description></item><item><link>http://www.ahciet.net/actualidad/noticias/noticia.aspx?idnotic=22406</link><title>Las nuevas tecnologías de la información facilitarán los derechos de la infancia en Iberoamérica</title><pubDate>24/06/2009 14:34:29</pubDate><description>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Ministros y altos responsables iberoamericanos de Infancia y Adolescencia se reunieron el 18 y 19 de junio en Lisboa con el objetivo de analizar cómo prevenir desigualdades y garantizar los derechos de la infancia. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;La reunión sirvió para que los representantes de las dieciséis naciones iberoamericanas asistentes compartieran las "buenas prácticas"&amp;nbsp; en cada país y revisaran sus metas y programas. Se acordó solicitar a la Secretaría General Iberoamericana (SEGIB) que, a través de su página WEB, instale una ventana que visibilice las buenas prácticas de los países iberoamericanos en materia de políticas de infancia.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Entre ellas figuran la aplicación de las nuevas tecnologías de la información para facilitar el acceso y el ejercicio de los derechos de los niños, desde los más básicos, como alimentación, salud, educación o familia, a la igualdad de oportunidades, la identidad cultural y la integración social.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;(Fuente: Segib, &lt;A href="http://www.segib.org"&gt;www.segib.org&lt;/A&gt;, 24/06/09)&lt;BR&gt;&lt;/P&gt;</description></item></channel></rss>